segunda-feira

Um dia frio e sombrio em LUXEMBURGO.

Chegamos em Luxemburgo, um dos menores países da Europa, vindos de uma cidadezinha francesa da região de Champagne chamada Epernay e seguindo para Frankfurt, na Alemanha. Na verdade, pernoitamos lá apenas uma noite, mas não poderíamos perder a oportunidade de curtir ao máximo este interessante Grão-Ducado. Pena que o dia estava frio e sombrio.
Uma das pontes da cidade de Luxemburgo, que é banhada pelos rios Mosela e Pétrusse.
Luxemburgo é um país muito pequeno. Tem cerca de 2.600 quilômetros quadrados e está localizado entre a França, Alemanha e Bélgica. Mas não se engane: tem uma das maiores rendas percaptas do mundo! Sem falar da excelente qualidade de vida dos moradores.
Antigas fortificações.
A capital também se chama Luxemburgo e é patrimônio da Humanidade. Caminhamos pelas suas ruas, quase desertas por causa do frio. No inverno, há poucas pessoas transitando nas ruas, mas as que vimos por lá estavam muito bem vestidas e as mulheres usando maquiagem pesada (acho que para proteger a pele do frio intenso).
Não vimos lixo nas ruas, nem um papelzinho sequer. A cidade estava na mais perfeita ordem com suas avenidas amplas e seus prédios antigos. Como é um país muito pequeno, não tinha necessidade de tomar transporte público, portanto caminhamos bastante para conhecer os pontos turísticos e espantar o frio, que era demais.
Luxemburgo ocupa uma posição geográfica estratégica, por esse motivo sofreu muito a influência dos vários conflitos e guerras que existiram ao longo dos tempos. Tentava se manter sempre neutro, mas mudou sua postura política depois de muitos ataques alemães na II Grande Guerra.
Esquina do Boulevard Franklin Roosevelt, que recebeu esse nome em agradecimento à ajuda dos aliados na II Grande Guerra.
Durante a II Guerra o país foi invadido pelos alemães, que causaram muitos danos à cidade e sacrifícios à população. Somente durante a ajuda dos aliados americanos, que libertaram o país no final da guerra, respiraram aliviados e aos poucos retomaram o controle de sua soberania.
Place des Martyrs.
A praça dos mártires possui uma escultura de uma mãe e seu filho feita pelo artista Henry Moore e é um jardim a céu aberto localizado no sudoeste da capital. Como era inverno, havia poucas flores, infelizmente.
Place des Martyrs.
Ponte Adolphe atrás de meu esposo. Liga as duas partes da cidade.
O que mais nos chamou a atenção em Luxemburgo foi a quantidade de imigrantes portugueses que vive lá. Quase todas as informações sobre a cidade nos foram dadas em português, inclusive a de que formam parte de 13% da população, ou seja, de cada 100 moradores, 13 são portugueses.
Parte antiga da cidade à esquerda. Parte moderna à direita.
A parte moderna da cidade é bem desenvolvida.
Seguimos caminhando pelas ruas e ficamos encantados com a cidade. Passamos horas caminhando. Almoçamos em um restaurante bem acanhado no segundo piso de um sobrado (esqueci de anotar o nome - uma pena), mas a comida foi fantástica. Pedimos carne de porco defumada com feijões e batatas cozidas, acompanhados de cerveja. Adoramos!!!!!!
Tudo muito limpinho.
Depois do almoço, resolvemos subir para a parte antiga da cidade, para conhecer melhor a região do antigo castelo de Luxemburgo. A subida foi bem íngreme, mas a paisagem compensava e intrigava ao mesmo tempo.

Visual de filme de terror. E ainda tinha um corvo piando na árvore.

Lateral do Castelo de Vianden.
Pausa para um pouco de romance.
Decidimos dar uma pausa na caminhada e descansar um pouco. Tentamos esperar a noite chegar para vermos a cidade iluminada, mas o frio não deixou gente passar muito tempo parado. Simplesmente doíam os ossos!!!!

Não conseguimos ficar no alto da cidade até a noite. Fazia muito frio.
 Muralha da antiga fortaleza e o caminho da Corniche, que leva até a cidade baixa.
Mas não desistimos logo, ficamos caminhando na parte alta esperando anoitecer, mas fazia um frio de matar e a gente ainda tinha que voltar caminhando para o hotel, que era na parte baixa da cidade.
Rio Pétrusse.
Ruínas do Rocher du Bock, forte construído na Idade Média.
Enquanto espantávamos o frio caminhando, conhecemos as ruínas do forte edificado em 963 e ficamos sabendo que dentro dele, a cidade foi se construindo e crescendo. Uma proteção indispensável contra invasões e guerras durante a Idade Média.
Monumento da fundação do forte Rocher du Bock, que deu origem à cidade de Luxemburgo.
Finalmente desistimos de esperar, mas deu pra pegar o início da noite. Voltamos quase congelados para o hotel nos divertindo da insanidade de ficar na rua àquela temperatura absurda (5 graus negativos).
O dia estava frio e sombrio, mas valeu muito termos conhecido um pouco desse incrível país.

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3 comentários:

  1. Anônimo09:24

    Adoro dias frios e sombrios!!! Parabéns pelo relato. Não sabia nada deste país.

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    Respostas
    1. Mas estava frio e sombrio demais!!!!!!!!!!! kkkkkk A gente também sabia pouca coisa sobre Luxemburgo.

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  2. Na verdade, não é um país turístico e a maioria das pessoas que o visitam estão de passagem para outros países. Mesmo assim, valeu a experiência de ter passado um curto período lá.
    Abração.

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